Dúvidas Frequentes

Dúvidas que envolvem o direito de moradia, são frequentes, tanto aos que envolvem imóvel de locação, como imóvel financiado. E isso gera muito conflito em diversas fases da vida.

Pensa Comigo : Pergunta: O contrato de locação exige devolução do imóvel com pintura nova. Além disso, surgem dúvidas sobre danos em móveis planejados, quando... Leia mais

Quem já não ouviu aquela frase : “ EU SÓ PAGO A PENSÃO DO MENINO, SE O JUIZ MANDAR.”

A responsabilidade parental nasce no momento em que se assume o ato que trouxe uma criança ao mundo — não por imposição do Judiciário, mas... Leia mais

Em uma manhã ensolarada na aula de hidroginástica, me vi em meio a uma diálogo das meninas, onde a temática era a seguinte:

 “O filho da minha irmã desde que faleceu, está morando comigo. O meu único filho já está rapaz e os dois se dão muito bem. ... Leia mais

Em uma tarde comum, após deixar as crianças na escola fui abordada por uma amiga que partilhou alguns pontos, que são mais comum do que você possa imagina e e quero partilhar com vocês:

“Lá em casa a situação está bem complexa depois que mamãe faleceu, os irmãos estão em discussão constante , um quer o colchão , o... Leia mais

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Dúvidas que envolvem o direito de moradia, são frequentes, tanto aos que envolvem imóvel de locação, como imóvel financiado. E isso gera muito conflito em diversas fases da vida.

Pensa Comigo : Pergunta: O contrato de locação exige devolução do imóvel com pintura nova. Além disso, surgem dúvidas sobre danos em móveis planejados, quando não se sabe se decorrem de desgaste natural ou mau uso.
Aqui já surgiram vários questionamentos.

A cláusula de pintura é válida?
As demais cláusulas de rescisão do contrato e devolução do imóvel são coerentes e obedecem ao critério legal?
E os danos em móveis são sempre responsabilidade do inquilino/locatário ou o locador também responde ?

Breve Resposta:

A cláusula pode ser considerada válida, mas sua aplicação deve respeitar limites razoáveis. Ela não se impõe em situações de desgaste natural decorrente do uso regular do imóvel, sendo exigível apenas quando houver comprovação de mau uso por parte do inquilino.

Da mesma forma, eventuais danos em móveis precisam ser analisados conforme sua origem: o desgaste natural não gera obrigação de indenizar, enquanto prejuízos decorrentes de uso inadequado são de responsabilidade do locatário.

Nesse contexto, as cláusulas contratuais exercem papel fundamental ao estabelecer critérios claros e equilibrados, garantindo a proteção jurídica dos direitos pactuados sem excessos, e promovendo segurança para ambas as partes na relação contratual.
Estes esclarecimentos não substituem a orientação do profissional da sua confiança, pois cada caso requer uma análise particular dos fatos e contexto.

 

Estes esclarecimentos não substituem a orientação do profissional da sua confiança, pois cada caso requer uma análise particular dos fatos e contexto.

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Quem já não ouviu aquela frase : “ EU SÓ PAGO A PENSÃO DO MENINO, SE O JUIZ MANDAR.”

A responsabilidade parental nasce no momento em que se assume o ato que trouxe uma criança ao mundo — não por imposição do Judiciário, mas pelo dever moral e legal de garantir seu desenvolvimento digno.
A pensão alimentícia, seja devida pelo pai biológico ou socioafetivo, é um direito irrenunciável da criança/adolescente e deve assegurar não apenas a alimentação, mas também todas as despesas essenciais para sua criação, educação, saúde e bem-estar, desde que devidamente comprovadas.
Por isso, é fundamental buscar orientação jurídica de confiança, inclusive na realização de acordos. Um acordo mal estruturado pode gerar desequilíbrios, prejudicar uma das partes e resultar na necessidade de futuras ações judiciais, como revisão ou majoração de alimentos.
Quando o assunto envolve direitos de uma criança/adolescente, responsabilidade e segurança jurídica não podem ser tratados com negligência.

 

Estes esclarecimentos não substituem a orientação do profissional da sua confiança, pois cada caso requer uma análise particular dos fatos e contexto

 

 

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Em uma manhã ensolarada na aula de hidroginástica, me vi em meio a uma diálogo das meninas, onde a temática era a seguinte:

 “O filho da minha irmã desde que faleceu, está morando comigo. O meu único filho já está rapaz e os dois se dão muito bem.  Depois de passar um tempo ele começou a dizer, meu sobrinho, que eu ia ser a mãe dele e não queria mais ir para o pai. O problema é que agora a história mudou, ele continua morando comigo mas está resistente para ir para casa do pai , onde chega reclamando do pai , que dá razão para madrasta e que não está sendo bem cuidado, dentre outras reclamações. O meu amor por ele já cresceu, muito  Estou pensando seriamente em pegar ele de forma definitiva e conversar com meu cunhado.” 

É com coração acelerado e muitas vezes os olhos lacrimejando, que sempre escutamos narrativas desta origem, de parentes próximos, amigos , colegas de trabalho, enfim. E o que fazer , como ajudar essas pessoas.? 

Estamos diante de um direito que envolve crianças. Outros envolvem criança e adolescente. Aqui o instituto e a solução jurídica mais adequada é a Guarda Provisória, para depois a Guarda Definitiva, analisar com Cautela o Direito desse pai e sua atuação enquanto genitor, para saber se o Direito ao Patrio Poder , foi ferido ou deve ser preservado.

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Em uma tarde comum, após deixar as crianças na escola fui abordada por uma amiga que partilhou alguns pontos, que são mais comum do que você possa imagina e e quero partilhar com vocês:

“Lá em casa a situação está bem complexa depois que mamãe faleceu, os irmãos estão em discussão constante , um quer o colchão , o outro o fogão , o outro o carro , a parte da casa é minha e virou um contexto de inimizade geral. Levantando pontos de quem tem mais direito ou não. Onde eu estou no meio e não sei pra onde correr e o que fazer”
Diante do breve relato , nos deparamos com uma situação que envolve não somente um contexto emocional fragilizado, pela perda de alguém importante e que era talvez o esteio, mas estamos falando de dinheiro e que também importam para essas pessoas.
Aqui está presente a chamada abertura de Sucessão Hereditária, onde se faz necessário que haja a realização do inventário, independente de haver testamento. . Para definir o que é de quem e qual parte cabe para cada um e o que realmente na prática ingressa e compõem essa partilha. Se garfos ou se bens ?
Por isso a orientação de um profissional da sua confiança em um caso concreto , sempre fará a diferença necessária , para tomada de decisão correta.

Estes esclarecimentos não substituem a orientação do profissional da sua confiança, pois cada caso requer uma análise particular dos fatos e contexto.

 

 

Advogada com sólida com atuação prática a mais de 10 (dez) anos, sendo os 05(cinco) primeiros anos como assessora de grandes escritórios jurídicos, em busca e apreensão, securitário, contencioso bancário. Posterirormente os demais anos, atuo de forma autônoma, onde permaneceu atuando em algumas anteriores, com ênfase para recuperação de crédito, cobranças extrajudiciais e judiciais, penhoras, mas agregando a sua carteira ao Direito das Famílias e Direito das Sucessões.

Desde 2021, atua como autônoma em seu escritório Jurídico, com foco em soluções eficientes para clientes pessoa física e jurídica, incluindo gestão de demandas, análise processual, execução de estratégias jurídicas e relacionamento direto com clientes. É única sócia fundadora do escritório RPB ADVOCACIA.

Também atua com parcerias jurídicas em conjunto com outros advogados na área Previdenciária e Criminal.
Também é Correspondente jurídica, dando suporte a grandes escritórios parceiros.


GRADUAÇÃO

• Graduação: Bacharel em Direito pelo Centro Universitário de Goiás – Uni Anhanguera.
• Advogado. Inscrição definitiva 61827 OAB / GO – Ordem dos Advogados do Brasil Goiás
• Pós-Graduação FMP – Fundação Escola Superior do Ministério Publico – FMP
• Pós – Graduada – Direito Processual Civil – IGD – Instituto Goiano de Direito
• Pós – Graduanda – Direito das Famílias– Faculdade Verbo Jurídico


EXPERIÊNCIA e ESPECIALIDADE


Elaboração de petições (iniciais, interlocutórias e recursos)
Negociação e formalização de acordos judiciais e extrajudiciais
Atuação em execuções e recuperação de crédito
Direito de Família em todas as demandas, pertinentes a área de atuação.
Direito das Sucessões, Inventário e todas as demandas pertinentes e ligada ao ato.
Atendimento consultivo e estratégico
Cobrança e busca de patrimônio do devedor. Execuções e Incidente de Desconsideração da Personalidade Jurídica (IDPJ), dentre outros.
Perfil orientado a resultados, com excelente comunicação, organização e adaptação ao ambiente digital — ideal para atuação remota. FORMAÇÃO COMPLEMENTAR (DESTAQUES)
Prática em Petição Inicial e Audiência Cível
Teoria e Prática em Alimentos
Congresso de Execuções Cíveis (2024)
IA aplicada à advocacia (2025)
Oratória e Sustentação Oral
Experiência com atendimento jurídico online
Organização e gestão autônoma de processos
Comunicação clara e estratégica com clientes
Facilidade com ferramentas digitais jurídicas